quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

Os Santos Reis Magos e a Eucaristia

Os Reis Magos tornaram-se santos ao reconhecerem, adorarem e amarem o verdadeiro Rei. Assim também devemos fazer. Deus, por Sua Graça, nos concedeu a Presença Real e Santíssima de Seu Filho Jesus na Eucaristia. Aproveitemos para imitar os Santos Reis Gaspar, Baltazar e Melchior, e honremos o Senhor que humilha-se mais na Eucaristia, do que quando era um adorável bebê.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

Memória do Santíssimo Nome de Jesus


No décimo dia do Natal, ou seja, no dia 3 de janeiro, a Igreja celebra o SS. Nome de Nosso Senhor Jesus Cristo. Trata-se de uma devoção que não consta mais do Calendário Geral, mas que ainda podemos celebrar. No Missal, há uma Missa votiva do SS. Nome de Jesus; no Lecionário também se encontram as leituras, todas muito profundas. É até um pouco “constrangedor” escolher uma delas, porque é tal a profundidade dessa devota celebração, que nós, numa homilia de poucos minutos, não temos condições de explorar toda a sua riqueza. Pois bem, no Antigo Testamento, como se lê no Livro do Êxodo, Deus revelou seu nome do meio da sarça ardente. Disse Ele a Moisés: “Eu sou o que sou”. Deus afirma ser a fonte de todo o ser, uma presença ativa em todas as coisas, porque Ele é aquele que é, enquanto nós, na realidade, “não somos”. Este nome, os judeus o guardaram com todo o zelo e devoção, com toda a reverência e cerimônia; esse mesmo amor, agora nós, cristãos, devemos tê-lo por Jesus e seu nome: Yeshua, “Jesus”, traduzido e adaptado para o português. A carta de S. Paulo aos filipenses nos diz com clareza que Jesus recebeu um nome que foi exaltado sobremaneira por Deus para que, “seja no céu, na terra ou nos abismos, todo joelho se dobre e toda língua proclame que Jesus Cristo é o Senhor para a glória de Deus Pai” (8,10s). Toda liturgia, não somente a da terra, mas também a celeste proclama o triunfo do grande nome de Jesus. A devoção a ele sempre existiu na Igreja. Tanto é assim que, durante a Liturgia, de cabeças descobertas, nos inclinamos ao ouvir o nome de Jesus e dobramos os joelhos em várias ocasiões. Não é um nome qualquer; é uma presença viva. Os próprios Apóstolos curavam os doentes em nome de Jesus e proclamavam o nome do Senhor. Quando os Apóstolos são chamados a comparecer ante o Sinédrio para serem julgados, os sacerdotes do Templo de Jerusalém dizem: “Nós vos proibimos de pregar este nome, e no entanto enchestes esta cidade com vossa doutrina” (At 5,28). Os Apóstolos saíram de lá alegres por sofrerem pelo nome de Jesus. Tudo isso, a Igreja o celebra e proclama em sua Liturgia. Nos últimos séculos, essa devoção cresceu graças aos cistercienses e franciscanos. Santos como S. Bernardino de Siena, S. João Capistrano etc. faziam pregações sobre o nome de Jesus e, ao cabo dela, levavam o povo a adorá-lo por meio do monograma de Cristo. Para nós, de línguas latinas, o monograma de Cristo escreve-se assim: IHS. Na verdade, é um iota (I), um éta (H) e um sigma (Σ) maiúsculos, ou seja, as três letras iniciais do nome “Jesus” em grego (Ἰησοῦς). Na tradição artística católica, é costume ver essas três letras rodeadas de raios de luz fulgurantes. Muitos santos, como dizíamos, faziam pregações sobre o nome de Jesus e, no último dia de pregação, desvelavam o monograma de Cristo para que as pessoas o adorassem, porque no nome santíssimo de Jesus está a presença do divino Salvador. E o que quer dizer o nome de Jesus, Yeshua? “Deus salva”! Por isso diz S. Pedro aos sumos sacerdotes: “Não há nenhum outro nome pelo qual nós possamos alcançar a salvação” (At 4,12).

Fonte: Padre Paulo Ricardo

domingo, 2 de janeiro de 2022

Solenidade da Epifania do Senhor

Solenidade da Epifania do Senhor, na qual se celebra a tríplice manifestação do nosso grande Deus e Senhor, Jesus Cristo: em Belém, o Menino Jesus foi adorado pelos magos; no Jordão, Jesus foi batizado por João Batista, ungido pelo Espírito Santo e chamado Filho de Deus Pai; em Caná da Galileia, numa festa de núpcias, transformando a água em vinho, Jesus manifestou a sua glória. 

Fonte: Facebook Valdemar Oportet Ilum Regnare

sábado, 1 de janeiro de 2022

Oração Veni Creator para o primeiro dia do ano

Concede-se indulgência parcial ao fiel que recitar devotamente o hino Veni Creator (Ó Vinde, Espírito Criador). A indulgência será plenária no dia primeiro de janeiro e na solenidade de Pentecostes, se o hino se recitar publicamente.

‘Ó vinde Espírito Criador, as nossas almas visitai e enchei os nossos corações com Vossos dons celestiais.

Vós sois chamado o Intercessor, do Deus excelso o dom sem par, a fonte viva, o fogo, o amor, a unção divina e salutar.

Sois doador dos sete dons, e sois poder na mão do Pai, por Ele prometido a nós, por nós Seus feitos proclamai.

A nossa mente iluminai, os corações enchei de amor, nossa fraqueza encorajai, qual força eterna e protetor.

Nosso inimigo repeli, e concedei-nos Vossa paz, se pela graça nos guiais, o mal deixamos para trás.

Ao Pai e ao Filho Salvador, por Vós possamos conhecer, que procedeis do Seu amor, fazei-nos sempre firmes crer.’

Fonte: Canção Nova

Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus


Na Oitava do Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo e dia da sua Circuncisão, a Igreja celebra no primeiro dia do ano civil e no último da Oitava de Natal, a Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus. No Concílio de Éfeso os Padres aclamaram a Virgem Santíssima como Theotókos, porque nela o Verbo Se fez carne e habitou entre os homens o Filho de Deus, príncipe da paz, a quem foi dado o Nome que está acima de todos os nomes.

Fonte: Facebook Valdemar Oportet Ilum Regnare

Janeiro, mês do Santíssimo Nome de Jesus


O mês de janeiro é dedicado ao Nome de Cristo, o qual está acima de todo nome! O Nome Santíssimo de Jesus é motivo de máxima honra e respeito. Possamos ter, neste mês, mas também por toda a vida, o Nome do Senhor gravado em nossos corações!

sexta-feira, 31 de dezembro de 2021

Oração Te Deum (A vós, ó Deus) para o último dia do ano

Concede-se indulgência parcial ao fiel que recitar o hino Te Deum (A vós, ó Deus) em ação de graças, e será plenária, quando recitado em público no último dia do ano.

O Te Deum é um hino cristão, usado principalmente na liturgia católica, como parte do Ofício das Leituras da Liturgia das Horas e outros eventos solenes de ações de graças. Ele costuma ser rezado no último dia do ano como um ato de louvor.

"A vós, ó Deus, louvamos,
a vós, Senhor, cantamos.
A vós, eterno Pai,
adora toda a terra.

A vós cantam os anjos,
os céus e seus poderes:
Sois Santo, Santo, Santo,
Senhor, Deus do universo!

Proclamam céus e terra
A vossa imensa glória.
A vós celebra o coro
glorioso dos Apóstolos.

Louva-vos dos Profetas
A nobre multidão
e o luminoso exército
dos vossos santos mártires.

A vós por toda a terra
Proclama a Santa Igreja,
Ó Pai onipotente,
de imensa majestade.

E adora juntamente
O vosso Filho único,
Deus vivo e verdadeiro,
e ao vosso Santo Espírito.

Ó Cristo, Rei da glória,
do Pai eterno Filho,
nascestes duma Virgem,
a fim de nos salvar.

Sofrendo vós a morte,
da morte triunfastes,
abrindo aos que têm fé
dos céus o reino eterno.

Sentastes à direita de Deus,
do Pai na glória.
Nós cremos que de novo
vireis como juiz.

Portanto, vos pedimos:
salvai os vossos servos,
que vós, Senhor, remistes
com sangue precioso.

Fazei-nos ser contados,
Senhor, vos suplicamos,
em meio a vossos santos
na vossa eterna glória.

(A parte que segue pode ser
omitida, se for oportuno.)

Salvai o vosso povo.
Senhor, abençoai-o
Regei-nos e guardai-nos
até a vida eterna.

Senhor, em cada dia,
Fiéis, vos bendizemos,
Louvamos vosso nome
agora e pelos séculos.

Dignai-vos, neste dia,
Guardar-nos do pecado.
Senhor, tende piedade
de nós, que a vós clamamos.

Que desça sobre nós,
Senhor, a vossa graça,
porque em vós pusemos
a nossa confiança.

Fazei que eu, para sempre,
não seja envergonhado:
Em vós, Senhor, confio,
Sois vós minha esperança!"

Fonte: Comshalom